O programa Fome Zero foi implementado no Brasil em 2003 e conseguiu que
20 milhões de brasileiros saíssem do limiar da fome em 2014.
Constataram que a fome era devida a:
Políticas estruturais:
Políticas específicas:
A consequência foi a retirada do Brasil do mapa da fome. De facto, em 2018, o mapa da fome tem o Brasil pintado a azul, indicando uma percentagem inferior a 5% e estando ao mesmo nível dos países europeus e dos Estados Unidos e Canadá.
Este programa foi de tal forma bem sucedido que foi reproduzido noutros países da África, América Latina e Caribe.
É importante ter presente que fome é definida pela FAO como ingestão calórica inferior à energia necessária para desenvolver atividades ligeiras e manter um rácio saudável peso-altura. Tem como sinónimo subnutrição.
A redução da fome tem como consequência a redução da pobreza, entendida aqui como viver com menos de 1 dolar por dia, adaptando às condições brasileiras. De 44 milhões de pobres em 2003, o Brasil reduziu para 29,6 milhões em 2009. No entanto, esta redução deveu-se também a uma conjunção económica favorável. Com o regresso da crise, houve um aumento, o que sugere que as medidas estruturais adotadas não foram suficientes para conter o aumento a longo prazo. Ou que este tipo de ações tem de ter continuidade independentemente das mudanças de governo.
Constataram que a fome era devida a:
- insuficiência de procura (concentração dos rendimentos, elevados níveis de desemprego e de subemprego)
- incompatibilidade dos preços atuais dos alimentos com o baixo poder de compra da população
- exclusão do mercado da parcela mais pobre da população
Políticas estruturais:
- geração de emprego e aumento dos rendimentos
- intensificação da reforma agrária
- previdência social universal
- bolsa escola e renda mínima
- incentivo à agricultura familiar
Políticas específicas:
- programa cupom de alimentação (PCA) - 6 meses ou 1 ano prorrogável
- ampliação e redirecionamento do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)
- doações de cestas básicas emergenciais
- combate à desnutrição materno-infantil
- manter estoques de segurança
- ampliação da merenda escolar com participação de produtores agrícolas locais
- garantia de segurança e qualidade dos alimentos
- programas de educação alimentar e educação para o consumo
A consequência foi a retirada do Brasil do mapa da fome. De facto, em 2018, o mapa da fome tem o Brasil pintado a azul, indicando uma percentagem inferior a 5% e estando ao mesmo nível dos países europeus e dos Estados Unidos e Canadá.
Este programa foi de tal forma bem sucedido que foi reproduzido noutros países da África, América Latina e Caribe.
É importante ter presente que fome é definida pela FAO como ingestão calórica inferior à energia necessária para desenvolver atividades ligeiras e manter um rácio saudável peso-altura. Tem como sinónimo subnutrição.
A redução da fome tem como consequência a redução da pobreza, entendida aqui como viver com menos de 1 dolar por dia, adaptando às condições brasileiras. De 44 milhões de pobres em 2003, o Brasil reduziu para 29,6 milhões em 2009. No entanto, esta redução deveu-se também a uma conjunção económica favorável. Com o regresso da crise, houve um aumento, o que sugere que as medidas estruturais adotadas não foram suficientes para conter o aumento a longo prazo. Ou que este tipo de ações tem de ter continuidade independentemente das mudanças de governo.
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