11 de outubro de 2019, 14h30, Sala dos Reitores da Reitoria da Universidade de Lisboa
Cheguei por volta das 14h e os coordenadores já estavam na sala, bem como uma colega doutoranda, que mais tarde soube chamar-se Inês Saraiva. Quis o destino que ela se chamasse Inês e eu Joana e assim ficamos sentadas uma ao lado da outra.
Os outros colegas doutorandos começaram a chegar.
Após verificarmos se as apresentações estavam como manda a regra PechaKucha (20 imagens, 20 segundos), ocupamos os nossos lugares e a sessão começou.
Foi-nos dado os parabéns por termos escolhido este doutoramento. Foi-nos dito que era algo inovador e que ao longo deste primeiro ano escolar íamos aprender a pensar fora da caixa. Fomos selecionados por sermos diferentes.
E, de facto, temos todos um percurso muito diferente, das áreas da nutrição, medicina, publicidade, cinema, veterinária, passando pela engenharia, onde eu me incluo. Portugueses, brasileiros, uma italiana. Muita diversidade. Que esta diversidade permita a troca de pontos de vista diferentes, com respeito pelas opiniões dos outros.
Também o programa doutoral é diferente porque agrega 17 universidades da Universidade de Lisboa (Instituto Superior Técnico, Instituto Superior de Agronomia, Faculdade de Arquitetura, Faculdade de Medicina, Economia, Letras) e envolve mais de 40 professores.
O sistema de funcionamento também é inovador. Temos acesso à plataforma de e-learning da Universidade de Lisboa e todas as semanas são carregados conteúdos para discussão na sexta e no sábado.
A apresentação foi por ordem alfabética, tendo começado pelo Alberto, que fez em inglês, e terminado no Tito, que não tinha slides e falou em português.
Estava nervosa. Nunca tinha feito uma apresentação naquele formato e costumo ser muito concisa. Pensava que 20 segundos passavam mesmo muito rápido, mas aprendi que 20 segundos podem ser uma eternidade. Por isso, nalguns dos meus slides falei no início e depois remeti-me ao silêncio. Podia ser uma boa estratégia se os slides tivessem matéria para ler ou analisar, mas acho que consigo fazer melhor no futuro.
Não sei se a apresentação correu bem. Tentei transmitir o que pensava da sustentabilidade e também quais os meus objetivos de estudo. Falei do desperdício alimentar de forma muito geral, mas consegui não repetir tudo o que já tinha sido dito pelos colegas anteriores que também focaram esse assunto. E ainda foram alguns: o Alberto, que trabalha no IPAC (Instituto Português de Acreditação) e que contou uma história de uma visita ao Vietname, a Daniela, italiana de relações internacionais, que deu vários exemplos do que está a ser feito no Rein Unido e também em Portugal para o reduzir, e a Erika, que está na área da publicidade e que poderá encontrar novas formas de chamar a atenção para esta problemática e despertar consciências.
Terminadas as apresentações, agradeceram-nos a partilha. No decorrer da sessão, foi-nos enviado um email com as instruções para acesso à plataforma e foi-nos indicado que os conteúdos para a sessão da semana seguinte já estavam disponíveis. Foi ainda referido que o doutoramento, além de inovador, deve promover a colaboração e o conhecimento.
Saí da sala com um misto de alívio por ter feito uma apresentação inteligível e com um misto de apreensão pelo trabalho que me espera nos próximos quatros anos.
Começou assim a minha jornada no Doutoramento em Ciências da Sustentabilidade.
Estas notas vão servir para acompanhar este meu percurso e para sistematizar conhecimentos.
Cheguei por volta das 14h e os coordenadores já estavam na sala, bem como uma colega doutoranda, que mais tarde soube chamar-se Inês Saraiva. Quis o destino que ela se chamasse Inês e eu Joana e assim ficamos sentadas uma ao lado da outra.
Os outros colegas doutorandos começaram a chegar.
Após verificarmos se as apresentações estavam como manda a regra PechaKucha (20 imagens, 20 segundos), ocupamos os nossos lugares e a sessão começou.
Foi-nos dado os parabéns por termos escolhido este doutoramento. Foi-nos dito que era algo inovador e que ao longo deste primeiro ano escolar íamos aprender a pensar fora da caixa. Fomos selecionados por sermos diferentes.
E, de facto, temos todos um percurso muito diferente, das áreas da nutrição, medicina, publicidade, cinema, veterinária, passando pela engenharia, onde eu me incluo. Portugueses, brasileiros, uma italiana. Muita diversidade. Que esta diversidade permita a troca de pontos de vista diferentes, com respeito pelas opiniões dos outros.
Também o programa doutoral é diferente porque agrega 17 universidades da Universidade de Lisboa (Instituto Superior Técnico, Instituto Superior de Agronomia, Faculdade de Arquitetura, Faculdade de Medicina, Economia, Letras) e envolve mais de 40 professores.
O sistema de funcionamento também é inovador. Temos acesso à plataforma de e-learning da Universidade de Lisboa e todas as semanas são carregados conteúdos para discussão na sexta e no sábado.
A apresentação foi por ordem alfabética, tendo começado pelo Alberto, que fez em inglês, e terminado no Tito, que não tinha slides e falou em português.
Estava nervosa. Nunca tinha feito uma apresentação naquele formato e costumo ser muito concisa. Pensava que 20 segundos passavam mesmo muito rápido, mas aprendi que 20 segundos podem ser uma eternidade. Por isso, nalguns dos meus slides falei no início e depois remeti-me ao silêncio. Podia ser uma boa estratégia se os slides tivessem matéria para ler ou analisar, mas acho que consigo fazer melhor no futuro.
Não sei se a apresentação correu bem. Tentei transmitir o que pensava da sustentabilidade e também quais os meus objetivos de estudo. Falei do desperdício alimentar de forma muito geral, mas consegui não repetir tudo o que já tinha sido dito pelos colegas anteriores que também focaram esse assunto. E ainda foram alguns: o Alberto, que trabalha no IPAC (Instituto Português de Acreditação) e que contou uma história de uma visita ao Vietname, a Daniela, italiana de relações internacionais, que deu vários exemplos do que está a ser feito no Rein Unido e também em Portugal para o reduzir, e a Erika, que está na área da publicidade e que poderá encontrar novas formas de chamar a atenção para esta problemática e despertar consciências.
Terminadas as apresentações, agradeceram-nos a partilha. No decorrer da sessão, foi-nos enviado um email com as instruções para acesso à plataforma e foi-nos indicado que os conteúdos para a sessão da semana seguinte já estavam disponíveis. Foi ainda referido que o doutoramento, além de inovador, deve promover a colaboração e o conhecimento.
Saí da sala com um misto de alívio por ter feito uma apresentação inteligível e com um misto de apreensão pelo trabalho que me espera nos próximos quatros anos.
Começou assim a minha jornada no Doutoramento em Ciências da Sustentabilidade.
Estas notas vão servir para acompanhar este meu percurso e para sistematizar conhecimentos.
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